A
GLÂNDULA TIMO E AS TÉCNICAS DE CURA DA MEDICINA HOLÍSTICA TRADICIONAL
Desde
1988 venho me questionando sobre a relação entre o Amor metafísico (que
vivenciei uma única - e inesquecível! - vez) e o Amor físico (que experimentei
centenas de vezes!). E já se passaram mais de 20 anos da minha experiência
mística e holística com o Amor Cósmico e de lá para cá sempre me indaguei sobre
aquele fenómeno maravilhoso e misterioso que se manifestou no centro do meu
peito em 1988. Eu sabia desde o primeiro dia da experiência que tive, que havia
pelo menos dois planos de experiência/vivência acontecendo simultaneamente: o
físico e o metafísico. E que o plano metafísico (dos chacras) era a raiz da
energia humana – o nosso lado transcendente. E o plano físico era o meio, o
caminho de realização física e material – o nosso lado imanente. Mas, o que me
intrigava era saber qual parte do plano físico estava de fato ligado ao plano
metafísico do chacra cardíaco. Hoje, após todos esses longos anos de incertezas
e questionamentos tenho que admitir que a resposta está nas glândulas,
principalmente a glândula TIMO. Ela tem um papel vital no processo de regulação
do humor; no processo imunológico e; no processo de refinamento das emoções
entre tantas outras funções.
Gostaria de sugerir um desafio académico aos médicos e pesquisadores em geral
que possuem mentes abertas: pesquisem a relação entre a glândula timo, o chacra
cardíaco e o sistema imunológico. Acredito que nessa relação estão as respostas
para várias doenças tais como a Sida, o Cancro, etc. Essa hipótese está baseada
numa vivência mística que tive em 1988. Eu vivenciei em meu peito o fenómeno da
interligação dos planos energéticos subtil (dos chacras) e concreto (glândulas
timo, pineal e outras). Assim, parto de uma experiência íntima para a
formulação de uma hipótese e não o caminho contrário (da hipótese para o teste
ou experiência) que é muito comum nos processos de pesquisa científica. Sugiro
aos médicos e todas as pessoas (pesquisadoras ou não) ligadas às áreas de saúde
que estudem o conteúdo do livro MEDICINA VIBRACIONAL: A MEDICINA DO FUTURO do
médico-pesquisador Dr. Richard Gerber. Nesse livro vocês encontrarão subsídios
técnicos e científicos para buscarem uma conexão entre a TIMO, o CHACRA e o
SISTEMA IMUNOLÓGICO.
A ciência
precisa alargar seus horizontes como já vem fazendo muito bem nos campos de
conhecimento da genética, física quântica e a astrofísica. Mas, mesmo assim
precisamos urgentemente de hipóteses metafísicas para descortinarmos um mundo
de fenómenos subtis responsáveis por boa parte das doenças crónicas. Sinto
intuitivamente que quando os cientistas decidirem testar a hipótese da
causalidade descendente (do plano metafísico para o plano físico, ou do plano
qualitativo para o plano quantitativo) daremos um passo gigantesco fenomenal
para explicarmos uma série de doenças de origem ainda desconhecida. A ciência
moderna ainda não sabe penetrar no mundo essencial qualitativo das energias subtis das emoções humanas. Essa crítica foi realizada em minha monografia de
dissertação de mestrado defendida em 1992 na COPPE/UFRJ. Em outras palavras, as
energias descobertas pela ciência ainda são insuficientes para identificarem um
conjunto de fenómenos causadores de anomalias no campo energético do sistema
complexo e multidimensional da consciência e das transformações que ocorrem na
relação entre psique e corpo físico.
Uma coisa eu descobri e constatei em minhas experiências íntimas (vivências): a
forma como vemos um objecto (seja ele físico ou metafísico) afecta o objecto
observado (essa tese é também uma afirmativa da física quântica moderna). Isso
implica dizer que o universo guarda segredos no próprio modo e ato de se
observar um fato ou fenómeno. Ou seja, não existe neutralidade no campo
científico e nem no campo do senso comum. O tempo todo estamos afectando o mundo
e somos afectados pelos outros a nossa volta. Existe uma fronteira invisível
entre o que nos é desconhecido e o que já é conhecido. A transição de um lado
para o outro acontece em planos da percepção em que estamos agindo ou
construindo – de um modo geral estamos inconscientes na ocasião da transição.
As doenças, enquanto fenómenos naturais são também criadas pela forma como nos
conduzimos na relação que temos com as multidimensionalidades das energias que
circulam entre o homem e a natureza. Somos seres extremamente sensíveis,
plurais e abertos para o cosmos. Nesse contexto, todos os fenómenos nos afectam
(directa ou indirectamente) sem que tenhamos sensibilidade para vermos as suas
origens no nascimento deles. Por exemplo, as explosões solares (muito comuns na
superfície do sol) afectam os sistemas de radar dos pássaros, baleias, seres
humanos, celulares, satélites etc.
Então a nossa realidade nos guarda o maior mistério que é a essência ou
qualidade dos fenómenos. O essencial é invisível porque não se mede
quantitativamente. As doenças são visíveis pelos seus efeitos, o princípio
delas é desconhecido na sua origem. Nesse sentido, precisamos adoptar uma nova
abordagem científica que seja compatível com o objecto ou fenómeno observado.
Pois, só vemos o que nos é compatível com o nosso nível de consciência. O comum
é o centro da curva normal (na área da estatística), os extremos são
incompreensíveis e invisíveis para o nosso olhar viciado.
Eu vou revelar aqui uma descoberta que fiz em 1988: o que chamamos de
impressões digitais são na verdade centros de energia (chacras (ou chakras)
menores), verdadeiros receptores ou antenas captadoras de energias subtis
cósmicas. Pergunto, então: quantos dos meus leitores alcançarão essa verdade
vivenciada por mim em 1988? O Amor tão falado por Jesus Cristo está situado no
centro do peito e tem uma relação directa com a glândula TIMO. Por isso, que
alguns autores e pesquisadores afirmam que a falta de amor no mundo é a maior
desgraça que afecta a paz e a saúde humana em todos os tempos. Ou seja, quando
esse chacra principal não está funcionando bem a glândula timo também não está
em sua potencialidade nos resguardando na sua relação com o sistema
imunológico. E ai ficamos vulneráveis - sem defesa!
Bernardo
Melgaço da Silva
Prof. e Pesquisador do Núcleo de Estudos Sobre Ciência, Espiritualidade e Filosofia
– NECEF/URCA (Universidade Regional do Cariri)
HTTP://bernardomelgaco.blogspot.com Extraído de: http://www.followscience.com/article/science/a-glandula-timo-e-as-t...
(CONTINUA)
Ao Domingo há quem acorde mais tarde, há quem vista o fato de treino e vá às compras ao hipermercado, há quem vá à pesca, há quem não pesque nada, mas dá banho à minhoca, há quem só tome banho ao Domingo, há quem passe o Domingo a tentar dar uma queca, o Domingo é santo, por isso há santas quecas, o Domingo pode ser fantástico e há o Domingástico, um blogue do carástico, senhores leitores.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A GLÂNDULA TIMO E A ESPIRITUALIDADE (1ª Parte)

A CHAVE DA ENERGIA VITAL
Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está localizado na porção Antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traqueia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a auto-imunidade. Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.
Histologia
Externamente, o timo é envolto por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura, e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. A zona cortical, mais periférica, é onde se encontram pró-timócitos, timócitos e linfócitos Tem diferenciação e maturação; nesta área os capilares são mais fechados para impedir a saída de linfócitos T não maduros para o organismo. A zona medular, mais interna, é onde se encontram pro-linfócitos T e linfócitos T maduros, prontos para se dirigir a órgãos linfóides secundários onde completarão sua activação, também encontra-se corpúsculo de Hassall.
Fisiologia
Em termos fisiológicos, o timo elabora várias substâncias: timosina alfa, timopoetina, timulina e o factor tímico circulante. A timosina mantém e promove a maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda uma outra substância, a timulina, que exerce função na placa motora (junção dos nervos com os músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo considerada grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave.
Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Timo
Glândula TIMO- A chave da imunidade e da energia vital.
No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo.
Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais?
Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estamos com ‘stresse’ e mais ainda quando adoecemos.
Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho.
Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com mega-doses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.
Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente activo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está directamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.
Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.
Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.
Amor e ódio o afectam profundamente.
Ideias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.
Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.
Em compensação, ideias positivas conseguem dele uma activação geral em todos os poderes, lembrando a fé que move montanhas.
O teste do pensamento
Um teste simples pode demonstrar essa conexão.
Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa " estou feliz".
Depois repita pensando " estou infeliz".
A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a ideia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)
Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.
Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar cancro quanto abcessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contacto com elas e chega ao resultado.
As reacções são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.
O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..."
Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.
O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.
"Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?".
Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.
Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.
a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.
b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.
Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.
O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.
Óptimo, íntimo. Cheio de estímulo. Bendito Timo.
Da jornalista e pesquisadora naturista Sonia Hirsch (CONTINUA)
Postado por: Mick Bernard
EXTRAÍDO DE: http://mickbernard.blogspot.com/2007/09/glandula-timo-chave-da-imun...
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXhEzMZYg1AlxQD32Xdu6qZDzmKP1MGca62RmqrmbIsK-2geFoqyDWI0I6wpog3qce3OI3g8cT7ergVCzwp4kJHGjjkzrFMYeu4VXq1XXvFUM0ojA058d7rNLwjoEGi17vDXQNSD2I9wsR/s1600/anahata.jpg
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Equipa de amadores encontra asteróide a aproximar-se da Terra
Objecto pode representar risco de impacto
Pela primeira vez, observações coordenadas pela equipa de risco
espacial da ESA encontraram um asteróide que se aproxima da Terra o
suficiente para representar risco de impacto. A rocha espacial foi
encontrada por astrónomos amadores, o que reforça o valor que estas
observações têm para a ciência e para a defesa planetária.
A descoberta do asteróide 2011 SF108 foi feita pela equipa de
voluntários do Teide Observatory Tenerife Asteroid Survey (TOTAS)
durante um período de observação patrocinado pela ESA, em Setembro, no
âmbito do programa Space Situational Awareness (SSA).
![]() |
| Torre de controlo nas ilhas Canárias. (ESA) |
O estudo que durou quatro noites usou um
telescópio com um metro de abertura, na Estação de Seguimento Óptico, da
ESA, em Teide, Tenerife, Ilhas Canárias. Este não é o primeiro
asteróide encontrado sob o patrocínio do SSA, mas é o primeiro que se
qualifica como um 'Near Earth Object' (NEO), ou objecto próximo da Terra
– um objecto que passa suficientemente perto da Terra durante a sua
órbita para representar risco de impacto.
Durante as observações TOTAS, o telescópio pesquisa asteróides de uma forma automática, por várias horas, usando ‘software’ desenvolvido por astrónomos amadores e pelo cientista computacional Matthias Busch, do Starkenburg Amateur Observatory, em Heppenheim, Alemanha.
No entanto, as observações potencialmente relevantes têm de ser avaliadas. A equipa inclui 20 voluntários, a maior parte dos quais fez parte da avaliação manual das imagens capturadas durante a sessão, a 28/29 de Setembro. Os dados “são distribuídos a toda a equipa para análise e qualquer um pode ser o descobridor de um novo asteróide," diz Detlef Koschny, responsável pelas actividades de NEO para o SSA. A órbita do asteróide 2011 SF108 aproxima-o a não mais do que 30 milhões de quilómetros da Terra.
Durante as observações TOTAS, o telescópio pesquisa asteróides de uma forma automática, por várias horas, usando ‘software’ desenvolvido por astrónomos amadores e pelo cientista computacional Matthias Busch, do Starkenburg Amateur Observatory, em Heppenheim, Alemanha.
No entanto, as observações potencialmente relevantes têm de ser avaliadas. A equipa inclui 20 voluntários, a maior parte dos quais fez parte da avaliação manual das imagens capturadas durante a sessão, a 28/29 de Setembro. Os dados “são distribuídos a toda a equipa para análise e qualquer um pode ser o descobridor de um novo asteróide," diz Detlef Koschny, responsável pelas actividades de NEO para o SSA. A órbita do asteróide 2011 SF108 aproxima-o a não mais do que 30 milhões de quilómetros da Terra.
![]() |
| Objecto está a 30 milhões de quilómetros. (ESA) |
“É um trabalho voluntário muito compensador. Quando encontramos
alguma coisa, contribuímos para o esforço europeu de defesa contra o
risco dos asteróides”. O objecto é o 46º asteróide descoberto
por Kracht, um professor reformado que vive em Elmshorn, próximo de
Hamburgo, Alemanha. "Oito pessoas analisaram as imagens da noite
da descoberta, e eu tive a sorte de ter sido o membro da equipa a
encontrar o 2011 SF108," diz Kracht.
"A descoberta só foi possível graças ao excelente ‘software’ desenvolvido por Matthias Busch, que também detectou este objecto nas imagens da segunda noite e enviou as observações para o Minor Planet Center", concluiu.
Até hoje, foram encontrados 8000 NEOs, descobertos em todo o mundo, mas suspeita-se que existam muitos milhares por descobrir, em especial com dimensões entre alguns metros e as centenas de metros. É importante descobrir e encontrar estes que faltam, para que se possa determinar se constituem algum risco de impacto para a Terra.
"A descoberta só foi possível graças ao excelente ‘software’ desenvolvido por Matthias Busch, que também detectou este objecto nas imagens da segunda noite e enviou as observações para o Minor Planet Center", concluiu.
Até hoje, foram encontrados 8000 NEOs, descobertos em todo o mundo, mas suspeita-se que existam muitos milhares por descobrir, em especial com dimensões entre alguns metros e as centenas de metros. É importante descobrir e encontrar estes que faltam, para que se possa determinar se constituem algum risco de impacto para a Terra.
Fonte: Ciência Hoje
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Estrela que explodiu há 900 anos ainda continua a emitir energia
A Nebulosa de Caranguejo, resultado da explosão de uma estrela em 1054, continua a emitir raios gama cada vez mais intensos. Uma equipa de astrónomos americanos publicou um estudo na Science onde relevam que o pulsar do núcleo da nebulosa supera em muito as previsões dos modelos actuais.
Os raios gama emitidos pela nebulosa atingem uns impressionantes 100 gigas elétron-Volts, ou seja, 100 mil milhões de vezes mais energia que a luz visível.
A Nebulosa de Caranguejo é uma estrela de neutrões em rápida rotação resultado de uma super-nova espectacular há quase mil anos. Enquanto gira, a Nebulosa de Caranguejo emite raios electromagnéticos, como um farol que varre a Terra cerca de 30 vezes por segundo, explica a BBC.
Apesar de ser um elemento de estudo recorrente para especialistas de todo o mundo, a verdade é que a estrela contínua a fascinar os astrónomos. Existe um modelo que regista um limite de quão energéticos os fótons podem ser. Neste estudo publicado recentemente, investigadores revelam que as emissões do pulsar do núcleo da estrela extravasam todas as expectativas.
"Estas energias são muito muito maiores do que tinha sido previamente pensado que podia ser", explicou Nepomuk Otte do Instituto de Partículas Físicas de Santa Cruz, na Califórnia, um dos autores. "Esta é uma mudança radical na imagem que tínhamos sobre os raios gama provenientes do pulsar das nebulosas".
As pesquisas vão prosseguir, de forma a desvendar a razão por detrás deste enigma, diz a BBC. Para isso os investigadores vão realizar mais observações. As imagens agora captadas foram conseguidas pelo telescópio Veritas - Very Energetic Radiation Imaging telescope Array System.
Os raios gama que chegam à Terra são invisíveis a olho nu. No entanto, quando a estrela explodiu, crê-se que o seu brilho foi de tal forma intenso que os antigos chineses e índios registaram o evento.
Em: Boas Notícias
domingo, 25 de setembro de 2011
Abertas as portas para viajar no tempo?
A existência de algo mais rápido que a luz não deveria acontecer de
acordo com a teoria de Einstein que tornou famosa a equação “E=mc2”. No
entanto, o CERN anunciou na quinta-feira uma experiência que defende que
os neutrinos são 60 nanossegundos mais rápidos do que a luz.
“Se esta experiência se confirmar haverá uma enorme revolução na física, que trará graves consequências, porque há uma quantidade de coisas que achávamos que estavam descobertas e afinal não estão”.
Recuar no tempo
Gaspar Barreira lembra que caso haja a confirmação da descoberta, esta vai “mexer com o princípio da causalidade” e até permitir a hipótese de se poder “andar para trás no tempo e condicionar no futuro uma acção do passado”.
"O mundo é muito mais complexo do que as nossas teorias científicas. Não fazemos a mais pequena ideia do que se passa com 95 por cento do universo", lembrou o também presidente do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP).
Gaspar Barreira estava na reunião mensal do CERN, em Genebra, quando soube os resultados da investigação, que só viriam a ser publicamente divulgados horas mais tarde. “Há resultados que eu esperava, mas nunca este. Há poucas gerações que podem viver estas experiências”, disse, emocionado, o cientista, que acredita que os próximos anos sejam de grandes descobertas, "tal como aconteceu na viragem do século passado".
O físico explicou a experiência agora revelada: "Foi disparado um feixe de neutrinos do acelerador de partículas situado perto de Genebra para um laboratório subterrâneo em Itália, a 730 quilómetros de distância". Resultado: o neutrino viajou 60 nanossegundos mais rápido que a velocidade da luz.
Para já apenas um resultado experimental
Os investigadores envolvidos neste projeto já pediram à comunidade científica internacional que confirmem ou excluam esta experiência. “Isto não é uma descoberta, é um resultado experimental que é preciso confirmar”, sublinhou Gaspar Barreira.
O
professor José Pedro Mimoso, do Departamento de Física da Universidade
de Lisboa, explicou o "pedido" dos investigadores: um nanossegundo é mil
milhões de vezes mais pequeno que um segundo e por isso tem de se
colocar a hipótese de haver um “erro sistémico” e para isso "basta que haja um detector que não está bem calibrado”.
Os dois portugueses sublinham que estas descobertas não põem em causa nem destroem a teoria de Einsten. Caso se confirme, será uma informação adicional à teoria. "Em ciência não se deita por terra descobertas anteriores", lembrou Gaspar Barreiros.
Três sentimentos
E como é que a comunidade científica está a viver o momento? “Há três sentimentos: a perplexidade e o cepticismo, porque a teoria de Einsten já foi muitas vezes confirmada, mas também a excitação perante algo inesperado”, resumiu José pedro Mimoso.
Por enquanto, a velocidade da luz - 299.792 quilómetros por segundo - continua a ser considerada o limite de velocidade cósmica.
Fonte: CiênciaHoje
“Se esta experiência se confirmar haverá uma enorme revolução na física, que trará graves consequências, porque há uma quantidade de coisas que achávamos que estavam descobertas e afinal não estão”.
Recuar no tempo
Gaspar Barreira lembra que caso haja a confirmação da descoberta, esta vai “mexer com o princípio da causalidade” e até permitir a hipótese de se poder “andar para trás no tempo e condicionar no futuro uma acção do passado”.
"O mundo é muito mais complexo do que as nossas teorias científicas. Não fazemos a mais pequena ideia do que se passa com 95 por cento do universo", lembrou o também presidente do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP).
Gaspar Barreira estava na reunião mensal do CERN, em Genebra, quando soube os resultados da investigação, que só viriam a ser publicamente divulgados horas mais tarde. “Há resultados que eu esperava, mas nunca este. Há poucas gerações que podem viver estas experiências”, disse, emocionado, o cientista, que acredita que os próximos anos sejam de grandes descobertas, "tal como aconteceu na viragem do século passado".
O físico explicou a experiência agora revelada: "Foi disparado um feixe de neutrinos do acelerador de partículas situado perto de Genebra para um laboratório subterrâneo em Itália, a 730 quilómetros de distância". Resultado: o neutrino viajou 60 nanossegundos mais rápido que a velocidade da luz.
Para já apenas um resultado experimental
Os investigadores envolvidos neste projeto já pediram à comunidade científica internacional que confirmem ou excluam esta experiência. “Isto não é uma descoberta, é um resultado experimental que é preciso confirmar”, sublinhou Gaspar Barreira.
| Neutrinos mais rápidos do que a luz |
Os dois portugueses sublinham que estas descobertas não põem em causa nem destroem a teoria de Einsten. Caso se confirme, será uma informação adicional à teoria. "Em ciência não se deita por terra descobertas anteriores", lembrou Gaspar Barreiros.
Três sentimentos
E como é que a comunidade científica está a viver o momento? “Há três sentimentos: a perplexidade e o cepticismo, porque a teoria de Einsten já foi muitas vezes confirmada, mas também a excitação perante algo inesperado”, resumiu José pedro Mimoso.
Por enquanto, a velocidade da luz - 299.792 quilómetros por segundo - continua a ser considerada o limite de velocidade cósmica.
Fonte: CiênciaHoje
Investigação da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto revela: Cobre induz envelhecimento celular
Um estudo científico desenvolvido por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), publicado na revista científica Age, demonstrou que o cobre pode estar envolvido no processo de envelhecimento celular, agindo sobre as células humanas da mesma forma que outros oxidantes, tais como a radiação UV, por exemplo.

O cobre é um elemento essencial para o bom funcionamento do nosso organismo, estando presente em diversos alimentos, como as ostras, fígado, cacau, nozes, entre outros. No entanto, quando existe em concentrações muito elevadas, ou quando se regista uma desregulação do seu metabolismo, ele associa-se a doenças cerebrais e hepáticas. Aliás, sabe-se que a acumulação de cobre está envolvida no desenvolvimento de patologias associadas à idade, tais como o Alzheimer, por exemplo
Liliana Matos, autora principal deste estudo, refere que durante o envelhecimento há acumulação de vários metais nas células humanas, mesmo quando não existe nenhuma patologia associada. “É por isso que é importante avaliar a influência desses metais no processo de envelhecimento”, salienta a autora.
Assim sendo, no âmbito do seu projecto de doutoramento, a investigadora da FMUP optou por estudar o impacto do ferro e do cobre no envelhecimento celular. Para desenvolver este trabalho, foi essencial utilizar técnicas de indução de senescência (envelhecimento celular) prematura “in vitro”, com o objectivo de verificar se esses metais induzem, por si só, o envelhecimento.
Os trabalhos referentes ao ferro ainda não são conclusivos mas, relativamente ao cobre, ficou comprovada a sua relação directa com o processo de envelhecimento.
A próxima etapa passa por compreender os mecanismos moleculares específicos que levam o cobre a induzir a senescência. Conhecendo esses mecanismos, poder-se-á tentar agir sobre eles, controlando o efeito negativo da acumulação do cobre nas células.
Este trabalho poderá, a longo prazo, ter implicações clínicas relevantes no desenvolvimento de terapias para o Alzheimer e a Doença de Wilson.
Fontes: CiênciaPT.net e Google imagens
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O Vento Mudou
Tu que, como uma punhalada,Em meu coração penetrasteTu que, qual furiosa manadaDe demónios, ardente, ousaste,De meu espírito humilhado,Fazer teu leito e possessão- Infame à qual estou atadoComo o galé ao seu grilhão,Como ao baralho ao jogador,Como à carniça o parasita,Como à garrafa o bebedor- Maldita sejas tu, maldita!Supliquei ao gládio velozQue a liberdade me alcançasse,E ao vento, pérfido algoz,Que a covardia me amparasse.Ai de mim! Com mofa e desdém,Ambos me disseram então:“Digno não és de que ninguémJamais te arranque à escravidão,Imbecil! – se de teu retiroTe libertássemos um dia,Teu beijo ressuscitariaO cadáver de teu vampiro!”Charles Baudelaire – As Flores do Mal – O vampiro
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