sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A GLÂNDULA TIMO E A ESPIRITUALIDADE (2ª Parte)

  A GLÂNDULA TIMO E AS TÉCNICAS DE CURA DA MEDICINA HOLÍSTICA TRADICIONAL



Desde 1988 venho me questionando sobre a relação entre o Amor metafísico (que vivenciei uma única - e inesquecível! - vez) e o Amor físico (que experimentei centenas de vezes!). E já se passaram mais de 20 anos da minha experiência mística e holística com o Amor Cósmico e de lá para cá sempre me indaguei sobre aquele fenómeno maravilhoso e misterioso que se manifestou no centro do meu peito em 1988. Eu sabia desde o primeiro dia da experiência que tive, que havia pelo menos dois planos de experiência/vivência acontecendo simultaneamente: o físico e o metafísico. E que o plano metafísico (dos chacras) era a raiz da energia humana – o nosso lado transcendente. E o plano físico era o meio, o caminho de realização física e material – o nosso lado imanente. Mas, o que me intrigava era saber qual parte do plano físico estava de fato ligado ao plano metafísico do chacra cardíaco. Hoje, após todos esses longos anos de incertezas e questionamentos tenho que admitir que a resposta está nas glândulas, principalmente a glândula TIMO. Ela tem um papel vital no processo de regulação do humor; no processo imunológico e; no processo de refinamento das emoções entre tantas outras funções.

Gostaria de sugerir um desafio académico aos médicos e pesquisadores em geral que possuem mentes abertas: pesquisem a relação entre a glândula timo, o chacra cardíaco e o sistema imunológico. Acredito que nessa relação estão as respostas para várias doenças tais como a Sida, o Cancro, etc. Essa hipótese está baseada numa vivência mística que tive em 1988. Eu vivenciei em meu peito o fenómeno da interligação dos planos energéticos subtil (dos chacras) e concreto (glândulas timo, pineal e outras). Assim, parto de uma experiência íntima para a formulação de uma hipótese e não o caminho contrário (da hipótese para o teste ou experiência) que é muito comum nos processos de pesquisa científica. Sugiro aos médicos e todas as pessoas (pesquisadoras ou não) ligadas às áreas de saúde que estudem o conteúdo do livro MEDICINA VIBRACIONAL: A MEDICINA DO FUTURO do médico-pesquisador Dr. Richard Gerber. Nesse livro vocês encontrarão subsídios técnicos e científicos para buscarem uma conexão entre a TIMO, o CHACRA e o SISTEMA IMUNOLÓGICO.


A ciência precisa alargar seus horizontes como já vem fazendo muito bem nos campos de conhecimento da genética, física quântica e a astrofísica. Mas, mesmo assim precisamos urgentemente de hipóteses metafísicas para descortinarmos um mundo de fenómenos subtis responsáveis por boa parte das doenças crónicas. Sinto intuitivamente que quando os cientistas decidirem testar a hipótese da causalidade descendente (do plano metafísico para o plano físico, ou do plano qualitativo para o plano quantitativo) daremos um passo gigantesco fenomenal para explicarmos uma série de doenças de origem ainda desconhecida. A ciência moderna ainda não sabe penetrar no mundo essencial qualitativo das energias subtis das emoções humanas. Essa crítica foi realizada em minha monografia de dissertação de mestrado defendida em 1992 na COPPE/UFRJ. Em outras palavras, as energias descobertas pela ciência ainda são insuficientes para identificarem um conjunto de fenómenos causadores de anomalias no campo energético do sistema complexo e multidimensional da consciência e das transformações que ocorrem na relação entre psique e corpo físico.

Uma coisa eu descobri e constatei em minhas experiências íntimas (vivências): a forma como vemos um objecto (seja ele físico ou metafísico) afecta o objecto observado (essa tese é também uma afirmativa da física quântica moderna). Isso implica dizer que o universo guarda segredos no próprio modo e ato de se observar um fato ou fenómeno. Ou seja, não existe neutralidade no campo científico e nem no campo do senso comum. O tempo todo estamos afectando o mundo e somos afectados pelos outros a nossa volta. Existe uma fronteira invisível entre o que nos é desconhecido e o que já é conhecido. A transição de um lado para o outro acontece em planos da percepção em que estamos agindo ou construindo – de um modo geral estamos inconscientes na ocasião da transição. As doenças, enquanto fenómenos naturais são também criadas pela forma como nos conduzimos na relação que temos com as multidimensionalidades das energias que circulam entre o homem e a natureza. Somos seres extremamente sensíveis, plurais e abertos para o cosmos. Nesse contexto, todos os fenómenos nos afectam (directa ou indirectamente) sem que tenhamos sensibilidade para vermos as suas origens no nascimento deles. Por exemplo, as explosões solares (muito comuns na superfície do sol) afectam os sistemas de radar dos pássaros, baleias, seres humanos, celulares, satélites etc.

Então a nossa realidade nos guarda o maior mistério que é a essência ou qualidade dos fenómenos. O essencial é invisível porque não se mede quantitativamente. As doenças são visíveis pelos seus efeitos, o princípio delas é desconhecido na sua origem. Nesse sentido, precisamos adoptar uma nova abordagem científica que seja compatível com o objecto ou fenómeno observado. Pois, só vemos o que nos é compatível com o nosso nível de consciência. O comum é o centro da curva normal (na área da estatística), os extremos são incompreensíveis e invisíveis para o nosso olhar viciado.

Eu vou revelar aqui uma descoberta que fiz em 1988: o que chamamos de impressões digitais são na verdade centros de energia (chacras (ou chakras) menores), verdadeiros receptores ou antenas captadoras de energias subtis cósmicas. Pergunto, então: quantos dos meus leitores alcançarão essa verdade vivenciada por mim em 1988? O Amor tão falado por Jesus Cristo está situado no centro do peito e tem uma relação directa com a glândula TIMO. Por isso, que alguns autores e pesquisadores afirmam que a falta de amor no mundo é a maior desgraça que afecta a paz e a saúde humana em todos os tempos. Ou seja, quando esse chacra principal não está funcionando bem a glândula timo também não está em sua potencialidade nos resguardando na sua relação com o sistema imunológico. E ai ficamos vulneráveis - sem defesa!



Bernardo Melgaço da Silva
Prof. e Pesquisador do Núcleo de Estudos Sobre Ciência, Espiritualidade e Filosofia – NECEF/URCA (Universidade Regional do Cariri) HTTP://bernardomelgaco.blogspot.com Extraído de:
http://www.followscience.com/article/science/a-glandula-timo-e-as-t...
                                                                                                                        (CONTINUA)





terça-feira, 18 de outubro de 2011

A GLÂNDULA TIMO E A ESPIRITUALIDADE (1ª Parte)

                                                     

                                                                A CHAVE DA ENERGIA VITAL    

Na anatomia humana, o timo é um órgão linfático que está localizado na porção Antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traqueia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a auto-imunidade. Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

Histologia
Externamente, o timo é envolto por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura, e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. A zona cortical, mais periférica, é onde se encontram pró-timócitos, timócitos e linfócitos Tem diferenciação e maturação; nesta área os capilares são mais fechados para impedir a saída de linfócitos T não maduros para o organismo. A zona medular, mais interna, é onde se encontram pro-linfócitos T e linfócitos T maduros, prontos para se dirigir a órgãos linfóides secundários onde completarão sua activação, também encontra-se corpúsculo de Hassall.

Fisiologia
Em termos fisiológicos, o timo elabora várias substâncias: timosina alfa, timopoetina, timulina e o factor tímico circulante. A timosina mantém e promove a maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda uma outra substância, a timulina, que exerce função na placa motora (junção dos nervos com os músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo considerada grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave.

Extraído de:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Timo
  


                                    Glândula TIMO- A chave da imunidade e da energia vital.
 

No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo.
Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais?
Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estamos com ‘stresse’ e mais ainda quando adoecemos.
Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho.
Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com mega-doses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.
Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente activo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está directamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.
Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.
Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.
Amor e ódio o afectam profundamente.
Ideias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias.
Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.
Em compensação, ideias positivas conseguem dele uma activação geral em todos os poderes, lembrando a fé que move montanhas.

                                                                O teste do pensamento
Um teste simples pode demonstrar essa conexão.
Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa " estou feliz".
Depois repita pensando " estou infeliz".
A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a ideia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)
Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.
Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar cancro quanto abcessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contacto com elas e chega ao resultado.
As reacções são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.
O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..."
Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.
O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.
"Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?".
Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.
Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.
a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.
b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.
Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.
O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.
Óptimo, íntimo. Cheio de estímulo. Bendito Timo.

Da jornalista e pesquisadora naturista Sonia Hirsch                                       (CONTINUA)

Postado por: Mick Bernard

EXTRAÍDO DE:
http://mickbernard.blogspot.com/2007/09/glandula-timo-chave-da-imun...

http://4.bp.blogspot.com/_osi5SVG9jSU/SYxsOICh8sI/AAAAAAAABlg/QKJqBMor_-k/s1600/anahata.jpg


 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Equipa de amadores encontra asteróide a aproximar-se da Terra

Objecto pode representar risco de impacto

 Pela primeira vez, observações coordenadas pela equipa de risco espacial da ESA encontraram um asteróide que se aproxima da Terra o suficiente para representar risco de impacto. A rocha espacial foi encontrada por astrónomos amadores, o que reforça o valor que estas observações têm para a ciência e para a defesa planetária.

A descoberta do asteróide 2011 SF108 foi feita pela equipa de voluntários do Teide Observatory Tenerife Asteroid Survey (TOTAS) durante um período de observação patrocinado pela ESA, em Setembro, no âmbito do programa Space Situational Awareness (SSA).

Torre de controlo nas ilhas Canárias. (ESA)


O estudo que durou quatro noites usou um telescópio com um metro de abertura, na Estação de Seguimento Óptico, da ESA, em Teide, Tenerife, Ilhas Canárias. Este não é o primeiro asteróide encontrado sob o patrocínio do SSA, mas é o primeiro que se qualifica como um 'Near Earth Object' (NEO), ou objecto próximo da Terra – um objecto que passa suficientemente perto da Terra durante a sua órbita para representar risco de impacto.

Durante as observações TOTAS, o telescópio pesquisa asteróides de uma forma automática, por várias horas, usando ‘software’ desenvolvido por astrónomos amadores e pelo cientista computacional Matthias Busch, do Starkenburg Amateur Observatory, em Heppenheim, Alemanha.

No entanto, as observações potencialmente relevantes têm de ser avaliadas. A equipa inclui 20 voluntários, a maior parte dos quais fez parte da avaliação manual das imagens capturadas durante a sessão, a 28/29 de Setembro. Os dados “são distribuídos a toda a equipa para análise e qualquer um pode ser o descobridor de um novo asteróide," diz Detlef Koschny, responsável pelas actividades de NEO para o SSA. A órbita do asteróide 2011 SF108 aproxima-o a não mais do que 30 milhões de quilómetros da Terra.
Objecto está a 30 milhões de quilómetros. (ESA)
“É um trabalho voluntário muito compensador. Quando encontramos alguma coisa, contribuímos para o esforço europeu de defesa contra o risco dos asteróides”. O objecto é o 46º asteróide descoberto por Kracht, um professor reformado que vive em Elmshorn, próximo de Hamburgo, Alemanha. "Oito pessoas analisaram as imagens da noite da descoberta, e eu tive a sorte de ter sido o membro da equipa a encontrar o 2011 SF108," diz Kracht.

"A descoberta só foi possível graças ao excelente ‘software’ desenvolvido por Matthias Busch, que também detectou este objecto nas imagens da segunda noite e enviou as observações para o Minor Planet Center", concluiu.

Até hoje, foram encontrados 8000 NEOs, descobertos em todo o mundo, mas suspeita-se que existam muitos milhares por descobrir, em especial com dimensões entre alguns metros e as centenas de metros. É importante descobrir e encontrar estes que faltam, para que se possa determinar se constituem algum risco de impacto para a Terra. 
Fonte: Ciência Hoje



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Estrela que explodiu há 900 anos ainda continua a emitir energia




A Nebulosa de Caranguejo, resultado da explosão de uma estrela em 1054, continua a emitir raios gama cada vez mais intensos. Uma equipa de astrónomos americanos publicou um estudo na Science onde relevam que o pulsar do núcleo da nebulosa supera em muito as previsões dos modelos actuais.

Os raios gama emitidos pela nebulosa atingem uns impressionantes 100 gigas elétron-Volts, ou seja, 100 mil milhões de vezes mais energia que a luz visível.

A Nebulosa de Caranguejo é uma estrela de neutrões em rápida rotação resultado de uma super-nova espectacular há quase mil anos. Enquanto gira, a Nebulosa de Caranguejo emite raios electromagnéticos, como um farol que varre a Terra cerca de 30 vezes por segundo, explica a BBC.

Apesar de ser um elemento de estudo recorrente para especialistas de todo o mundo, a verdade é que a estrela contínua a fascinar os astrónomos. Existe um modelo que regista um limite de quão energéticos os fótons podem ser. Neste estudo publicado recentemente, investigadores revelam que as emissões do pulsar do núcleo da estrela extravasam todas as expectativas.

"Estas energias são muito muito maiores do que tinha sido previamente pensado que podia ser", explicou Nepomuk Otte do Instituto de Partículas Físicas de Santa Cruz, na Califórnia, um dos autores. "Esta é uma mudança radical na imagem que tínhamos sobre os raios gama provenientes do pulsar das nebulosas".

As pesquisas vão prosseguir, de forma a desvendar a razão por detrás deste enigma, diz a BBC.  Para isso os investigadores vão realizar mais observações. As imagens agora captadas foram conseguidas pelo telescópio Veritas - Very Energetic Radiation Imaging telescope Array System.

Os raios gama que chegam à Terra são invisíveis a olho nu. No entanto, quando a estrela explodiu, crê-se que o seu brilho foi de tal forma intenso que os antigos chineses e índios registaram o evento.

Em: Boas Notícias
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